
Sinto… sinto…
Sinto na alma
O frio da noite,
Quando não saboreio
O calor dos teus lábios.
O estranho bailar,
Desta estranha paixão.
Sinto frio…
Sinto um querer tanto,
tanto dar, abraçar, tocar,
sinto um silenciar,
numa alvorada de um começar.
Apenas queria agora,
poder em teus ombros debruçar,
e todas as minhas lágrimas derramar.
Apenas queria saber quem és,
saber até quanto temos de esperar,
até ao nosso encontrar.
Serás tu que lês?
será a pessoa que na rua passei?
E na correria, não olhei…
nada sei,
apenas uma certeza,
de ser e viver, pelo amor,
em todos,
e no aguardado pendor…