
Ausência…
Solidão que bate trazendo a lágrima
Tua ausência me degenera.
Por saber que além de ti,
Não tenho ninguém,
Estou à mercê.
Do mundo…
De mim…
Do caos…
Quem sou eu?
Quem és tu?
Sem ti eu sei,
Que não sou eu.
Sou qualquer coisa jogada,
Na fria calçada,
De uma vida embriagada.
Não demores minha flor,
Preciso do teu calor,
Para curar as feridas,
E suavizar minha dor.
HOJE, FAÇO DESSAS TUAS, MINHAS PALAVRAS…
POIS UMA DOR ASSIM, SE TIVESSE PODIDO PREVE-LA SABERIA SUPORTA-LA…